sábado, 5 de janeiro de 2013

Constantine no Mundo dos Mythos (Adaptação)

Fala pessoas!!!
E aí, tudo certo com vocês?
 
Seguindo a onda de homenagear essa excelente HQ e seu protagonista, Hellblazer - John Constantine; decidi adaptar o mago inglês para vários sistemas propícios para RPG´s de horror.
E alguns dos melhores RPG´s de horror são aqueles baseados em Cthulhu e nos Mythos, por razões óbvias.
Ora, as próprias histórias de Constantine algumas vezes involvem seres imemoriais e deuses e demônios antigos, com grande semelhança àqueles presentes nas histórias de Lovecraft (tirando o fato de estes últimos serem alienígenas).

Um bom exemplo é o arco de histórias chamado A Máquina do Medo, onde no final, o mago se depara com um ser de poder imensurável, que pela descrição dada, se encaixaria perfeitamente como um Deus Antigo ou algo pior.
Portanto, nada melhor que adaptá-lo para os dois principais (e na minha opinião, melhores) sistemas de horror: Call of Cthulhu e Rastro de Cthulhu.
 
Deve-se, embora, lembrar que a proposta das histórias presentes no mundo de Hellblazer é um pouco diferente da dos Mythos. Aqui, o Inferno, Lúcifer e os outros demônios são reais; John está constantemente viajando até as Terras de Satã, e ficando cara a cara com demônios inomináveis. Mas nada impede que os Deuses Antigos dos Mythos coexistam nesse mundo, sendo ainda piores que os próprios demônios do Inferno.
Além do mais, deve-se levar em conta que Constantine é um mago já calejado. Ele deve ter conhecimento de vários feitiços de Invocação/Expulsão de Demônios do Inferno (mas
não de seres dos Mythos), e alguns outros.
 
 Portanto, sem mais delongas, as adaptações:
 
Rastro de Cthulhu
Ocupação: Detetive do Oculto (modelo do Detetive Particular, porém com o Especial do Parapsicólogo)
 
Motivação: Trauma
 
Pilares de Sanidade: "Ainda deve haver uma salvação para minha alma."  
Fontes de Estabilidade: Sua irmã; sua sobrinha Gemma; e seu amigo Chas.
 
Limiar de Acerto: 4
Sanidade: 5 / Estabilidade: 9 / Vitalidade: 10
 
Habilidades Acadêmicas: Antropologia 1; Arqueologia 2; História 1; Idiomas: Inglês, Espanhol, Latim, Hebraico, Aramaico, Grego, Sânscrito, Árabe, Egípcio; Mythos de Cthulhu 1; Ocultismo 4; Teologia 2; Usar Biblioteca 3
Habilidades Interpessoais: Avaliar Honestidade 2; Barganha 1; Convencimento 2; Crédito 2; Interrogação 2; Intimidação 1; Manha 2; Trato Policial 1
Habilidades Técnicas: Arrombamento 1; Astronomia 2; Ciência Forense 1; Química 1
Habilidades Gerais: Armas de Fogo 5; Atletismo 8; Briga 8; Fuga 6; Furtividade 4; Hipnose 4; Perseguição 6; Precaução 4; Punga 3; Sentir Perigo 6
 
Ps: É interessante usar a ambientação pulp, além das regras opcionais de Magia Idiossincrática, presentes na página 212 do livro de regras, no capítulo de Estruturas de Campanhas.
 
 
Call of Cthulhu
 
Occupation: Occult Investigator
 
STR 14, CON 15, SIZ 13, INT 19, DEX 15, APP 15, SAN 85, EDU 18, POW 17
 
Idea 95%, Luck 85%, Know 90%
 
HP: 14, Damage Bonus: +1d4, Magic Points: 17, Sanity Points: 63
 
Anthropology 45%, Archaeology 65%, Astronomy 70%, Bargain 50%, Chemistry 20%, Computer Use 15%, Credit Rating 20%, Cthulhu Mythos 10%, Dodge 75%, Fast Talk 80%, History 70%, Law 35%, Library Use 85%, Listen 50%, Locksmith 55%, Occult 95%, Other Language: Espanhol 60%, Latim 85%, Hebraico 65%, Aramaico 65%, Grego 75%, Sânscrito 40%, Árabe 40%, Egípcio 40%; Own Language: English 90% , Persuade 70% , Pharmacy 30%, Psychoanalysis
30%, Psychology 40%, Sneak 40%, Spot Hidden 60%, Track 55%
Weapons: Fist 75%, Grapple 45%, Head 25%, Kick 50%, Handgun 50%, Shotgun 40%
 
Bom pessoal, é isso. Espero que tenham gostado. Ainda postarei aqui a adaptação do mago inglês para GURPS, portanto aguardem.
Um forte abraço!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Hellblazer - O verdadeiro John Constantine

E aí galera!!! Tudo certo?
Espero que todos tenham tido uma excelente virada de ano, e que 2013 venha com tudo!

Venho aqui hoje falar sobre uma HQ (na verdade, venho prestar minha homenagem à ela, depois de ficar sabendo das últimas notícias... Mais para frente volto no assunto, não se preocupem).
Essa HQ é Hellblazer, que conta as histórias do mago inglês John Constantine. Agora... me façam um favor: esqueçam o filme!
O filme Constantine fez um péssimo trabalho ao tentar adaptar o personagem para as telonas. Não deve ser levado em conta.
 
 
 
Constantine foi criado em 1987, pelo grande Alan Moore, aparecendo como coadjuvante em uma história do Monstro do Pântano. Porém, ele estava destinado há muito mais que isso. Vendo o potencial e o carisma nato do personagem, Alan indicou pessoalmente o roteirista Jamie Delano para a tarefa de transformá-lo em um personagem principal de uma revista. E eis que surge Hellblazer, inicialmente com desenhos de John Ridgway, pelo selo Vertigo (o selo adulto da DC Comics).
 
Nestes 25 anos de carreira, o mago loiro de sobretudo surrado, trapaceiro, cínico, malandro, fumante inveterado e mulherengo, já passou por várias situações memoráveis, nas quais nunca se sabia o desfecho (algumas saíram do jeito que ele pretendia, mas a maioria sempre trazia uma surpresa no final, poucas vezes boa). Ele já salvou a vida de sua irmã e de sua subrinha, Gemma; conheceu seu amigo (talvez único) Chas; teve câncer no pulmão (mas não parou de fumar depois de curado, diferente do final "politicamente correto" de Holywood); enganou os três Lordes do Inferno (Lúcifer que o diga); confrontou o Lorde dos Vampiros; visitou o Inferno mais vezes do que gostaria; desenterrou quase toda a podridão da realeza e do governo; viajou para a América; e até mesmo salvou o mundo uma vez ou outra.
 

Houve até uma edição que foi censurada, sendo impedida de ser publicada. O nome da história era Shoot, e foi censurada pois tratava de temas muito próximos aos acontecimentos de Columbine.
 
A revista Hellblzer passou na mão de vários autores. Destaque para o próprio Jamie Delano, além de Garth Ennis e Brian Azzarello, que criaram aquelas que figuram entre as melhores histórias do mago inglês. Como é de se esperar nesses casos, isso acabou gerando altos e baixos, histórias excelentes e outras não tão boas. Mas os fãs de Constantine nunca deixaram de seguir suas histórias com temáticas de horror e até mesmo de introspecção. Atualmente, o roteiro está nas mãos de Mike Carey, que vem fazendo um ótimo trabalho, até onde acompanhei.
 
Porém, existe uma má notícia (parece que sempre tem que haver uma...). A DC Comics, há pouco mais de um ano atrás, decidiu dar uma repaginada em seu material. Este fato é bem conhecido pelos seguidores de quadrinhos. Ela deu início aos Novos 52. Vários personagens ganharam uma repaginação e uma nova revista mensal. Entre estas revistas, encontramos A Liga da Justiça Sombria; e entre seus integrantes, lá está John Constantine. Porém não é o mesmo mago arrogante da linha Vertigo. Aqui, eles deram uma amenizada, deixaram mais light, transformaram-no em um pseudo super-herói, abordando temas mais, posso dizer, infantis.
Agora, a pior notícia: recentemente, a DC Comics anunciou que a revista Hellblazer será cancelada! John Constantine será cancelado. Só sobrará o pseudo John da linha Novos 52. Ela já relatou que a revista Hellblazer terá seu fim na edição de n°. 300.
 

Lá fora, parece que a revista se encontra em sua edição n°. 296; mas aqui o Brasil, ela está no nº. 214.
E por falar nisso, aqui em terras tupiniquins, Hellblazer passa por um grande momento. As histórias iniciais do mago, desde as publicadas em Hellblazer nº. 01, estão sendo relançadas em formato encadernado, com o nome de Hellblazer: Origins. Já foram publicados 4 volumes, trazendo os primeiros arcos da revista.
Também já foram publicados vários encadernados contendo arcos fechados das histórias, em vários momentos da vida do mago inglês; inclusive o inesquecível momento em que ele cura seu câncer de pulmão e engana Lúcifer e os outros Senhores do Inferno. Este arco, e o encadernado, se chamam Hábitos Perigosos.
Além disso, atualmente as revistas Hellblazer mais recentes (e inéditas no Brasil) vêm sendo publicadas aqui na revista mensal Vertigo.
Tudo isso está sendo possível graças ao excelente trabalho da Panini Comics, que publicou e continua publicando tudo isso em nosso país.
 
Bom. Espero que escrevendo e compartilhando este texto, eu tenha feito uma homenagem à este grande personagem dos quadrinhos com temáticas mais "adultas". Mesmo com seu fim iminente, acredito que seus fãs nunca o esquecerão. E para quem ainda não o conhece, fica a dica deste excelente quadrinho, com esse mais que carismático personagem. O bom é que aqui no Brasil ainda vai demorar um pouco para Hellblazer encontrar seu fim.
 

Um abraço a todos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Dungeon World - RPG Oldschool com uma pegada nova

Ola, intrépidos companheiros!!!
Antes de mais nada, um Feliz Natal para todos, e espero que o velhinho do saco tenha lhes trazido aquele livro, cenário, miniatura, etc., que vocês estavam cobiçando há tempos.
No meu caso, trouxe sim, o RPG O Um Anel, traduzido pela Devir (mas esse é tema de um outro post...hehehe).
 
Nesta madrugada de quarta para quinta feira, tive a oportunidade de mestrar um RPG muito interessante. O que aconteceu foi o seguinte:
Na época do colégio, quando a vida era mais simples, eu me reunia com mais 5 amigos todo final de semana (e às vezes durante semana também) para jogar RPG. Éramos um grupo. Porém, com o passar do tempo, esse grupo foi minguando. Uns foram embora para fazer faculdade em outro estado, outros não tinham mais tempo entre trabalho, estudos, e respectivas namoradas. Eu mesmo só pensava em descansar depois de trabalho e faculdade, e depois passei muito tempo somente me dedicando ao famigerado Exame da OAB, sem fazer mais nada além de estudar.
Mas, agora todos já estão com as vidas mais ou menos nos trilhos, e da minha parte, consegui até mesmo um tempinho para jogar e para voltar a dar vida à este blog.
Nessa época de fim de ano, coincide os recessos e férias de quase todos nós, e os que estão fora voltam para a cidade natal para passar as festas com as famílias.
Vimos aí, então, a oportunidade de reunir o grupo, mesmo que por apenas um ou dois dias. Ano passado já deu certo, e esse ano conseguimos marcar (eu mais 3 deles) de novo, para essa madrugada.

Pois bem, deixando de lado a nostalgia e o "bla bla bla", esses dias estava pensando no que mestrar. Precisava ser algo rápido, sem enrolação, com espaço para bastante improviso, afinal, só jogaríamos hoje. Ano passado jogamos 3:16 - Carnificina entre as Estrelas; esse ano queria algo mais medieval.
 
Eis que me deparo com esse incrível RPG Dungeon World, que ganhou o prêmio Golden Geek RPG of the year 2012.

 
 
Dungeon World é um RPG com temática Old School, porém tem um conceito inovador. Basicamente, o Mestre não faz nenhuma rolagem. Todas são feitas pelos jogadores. E nos combates, não existe iniciativa, todos reagem à uma determinada ação.
Complicado? Estranho? Nem tanto. O sistema funciona com a idéia de "Movimentos" (moves, no original). Ele traz vários exemplos e alguns pré-definidos, mas é fácil perceber que eles já existem em todo RPG, se pararmos para pensar.
Quer ver? Imgine a situação:
 
- Mestre: Vocês se deparam com uma câmara escura e fria. A porta atrás de vocês se fecha violentamente. Vocês se assustam e olham para trás. Quando voltam-se para frente de novo, vêem 2 esqueletos armados com espadas e escudos levantarem-se do chão. Eles investem contra vocês. Guerreiro, você está na frente, o que faz?
- Guerreiro: Eu bloqueio a espadada de um deles com meu escudo, atacando ele com minha espada.
- Ladrão: Eu estou do lado do guerreiro, certo? Então eu quero pular pra trás e trocar de lugar com o Clérigo atrás de mim para que ele lute com o outro esqueleto.

Pronto! Com algumas jogadas e resoluções, todas feitas pelos jogadores (2d6 + modificadores) e temos o resultado da cena. É até simples, se olharmos bem.
Se falharem (6 ou menos), sofrem dano e não conseguem fazer o que querem (e o mestre tem a oportunidade de fazer outro move, acrescentando perigos e dramaticidade à cena). Se tiverem sucesso parcial (7 à 9), conseguem fazer o que querem, mas surge uma complicação (novamente, abrindo possibilidades de improviso para o mestre). Sendo bem sucedidos (10 ou mais), fazem o que querem sem complicações. 
Além do mais, com esse sistema, há muito mais oportunidades para os personagens interpretarem nos combates, tentando opções que não tentariam em outros sistemas; tornando, assim, as cenas de combate muito mais cinematográficas e emocionantes.
Particularmente, gostei muito desse estilo de combate. A idéia de o monstro atacar, o mestre rolar os dados e comparar com uma CA fixa para ver se acertou ou não já não me cativa mais, quando paro para pensar. É muito mais interessante perguntar aos jogadores o que eles farão, como se defenderão. Surge muito mais brilhantismo e cenas marcantes assim.
Estou até mesmo pensando em um jeito de incorporar esse estilo no meu sistema próprio, do qual falarei mais para frente.
 
Porém, um viés. Para Mestrar esse sistema, deve-se ter um bom conhecimento do que é ser um Mestre. Tem que ter jogo de cintura e sempre responder rápida e satisfatoriamente à improvisos (pois os jogadores pensarão em coisas que você nunca sonharia...hehehe).
Definitivamente, não é um sistema para iniciantes.

Recomendo, e muito, dar uma olhada nesse grande RPG; mesmo que for para somente se inspirar para os combates do sistema que vocês já usam. Para os interessados, ele está sendo vendido em seu formato PDF na DriveThruRPG, somente em inglês. O preço de 10 dólares não está caro, pois vale a pena. Link abaixo:
http://rpg.drivethrustuff.com/product/108028/Dungeon-World

Um grande abraço.
 

sábado, 22 de dezembro de 2012

A Companhia Negra

Olá novamente, caros leitores!

Hoje decidi trazer para vocês a resenha de um livro que li apenas recentemente, mas que não deveria ter demorado tanto para ler.
Este tomo é nada mais nada menos que A Companhia Negra (The Black Company), escrito por Glenn Cook, e traduzido aqui para nós pela editora Record.

 
A capa da esquerda é a versão nacional, e a da direita a original.


Mas vamos ao que interessa:
A história se passa em um mundo de fantasia medieval, com grandes magos e feiticeiros, e guerreiros com suas espadas e arcos. Porém, esta é uma história de dark fantasy, ou seja, esteja preparado para batalhas sangrentas, personagens que vivem sobre a tênue linha do bem e do mal, grandes sacrifícios sem grandes recompensas, e onde o bem nem sempre vence no final.

A Companhia Negra, que dá título ao livro, é um grupo de mercenários consideravelmente famosos nesse mundo, pois já existe há várias gerações, mas encontram-se em decadência. Eis que surge uma oportunidade: eles são contratados pela Dama, uma feiticeira antiga que há tempos imemoriais dominava o mundo com mão de ferro, mas que foi derrotada e agora retorna para tentar subir ao poder novamente (e devo dizer, não perde em quase nada para Sauron).

Aceitando a missão de lutar na guerra por ela, eles acabam passando por diversas situações, tanto mostrando o lado épico das batalhas, quanto o lado humano de seus integrantes. E por tocar no assunto, tanto os integrantes quanto as batalhas são pontos altos no livro.

Os integrantes são humanos, cheios de falhas, mas também de valores, cada um à sua maneira. Não há como não simpatizar com alguns deles, mesmo sabendo de que lado estão.
E quanto às batalhas, bom, devo dizer que não é à toa que capa de trás do livro traz a seguinte frase em negrito: "Tolkien encontra Bernard Cornwell".
Cornwell é o autor de livros como as Crônicas de Arthur e As Crônicas Anglo-Saxônicas. As batalhas são descritas primorosamente, e realisticamente.
Glenn Cook transporta suas experiências como fuzileiro da Marinha Norte Americana, transformando as batalhas que a companhia de mercenários lutam trágicas, porém emocionantes.

O livro é inteiro narrado em primeira pessoa, na voz de um dos integrantes da Companhia, Chagas, o médico da companhia e o responsável por registrar no diário todos os acontecimentos que passam.

Gostei muito do livro. É uma ótima leitura. Começa meio "morno", mas essa introdução serve para conhecer os personagens e se cativar por eles. Mais para o final do livro, não dá vontade de parar de ler até acabar suas 305 páginas.
Esse é só o primeiro livro da série As Crônicas da Companhia Negra (Tales of the Black Company), porém é o único que foi traduzido para o português por enquanto. Em seu país de origem, a série é muito conhecida e respeitada entre as séries de fantasia, mas já encontrou seu término. São 10 livros (sendo que um deles é meio que um spin-off). O primeiro livro foi escrito em 1984, e o último em 2000. Vamos torcer para que a editora Record continue a traduzí-los.
Eu particularmente já estou colocando minhas mãos no segundo e no terceiro volumes: Shadows Linger e The White Rose.
Bom...fica a dica para quem quiser ler uma boa história de fantasia medieval dark. Achei que vale muito à pena.
Um abraço.

 

Há quanto tempo... muito tempo!

Olá amigos aventureiros.
Foi com enorme pesar que abandonei este site há muito tempo atrás, pois não possuía o tempo necessário para atualizá-lo.

Mas agora, depois de quase 03 anos (isso mesmo...03 anos) decidi retomá-lo de onde parei, pois tenho um pouco mais de tempo que antigamente.
Espero conseguir atualizá-lo semanalmente, com assuntos diversos (filmes, livros, RPG, etc...). Quem sabe o que nos aguarda?

Também pretendo postar periodicamente artigos realacionados com meu sitema de regras e de meu cenário de campanha (Campeões de Elderland), ambos em fase de construção. Com isso, torço para que vocês me ajudem, dando dicas, sugestões; me mostrando o que mudar e o que aprimorar.

Um forte abraço a todos, e fiquem por aí, por quê a primeira postagem vem logo em seguida...

Ps: para quem não conhece, a imagem do título do blog é tirada do grande RPG Midnight, onde a idéia principal é, mais ou menos, em uma "Terra Média", se um vilão (parecidíssimo com Sauron) ganhasse a guerra e dominasse grande aprte do mundo... muito bom. Fica a dica para quem não conhece (quem sabe mais apra frente eu faço uma resenah sobre ele...hehehe).